Mundial 2026: porque o maior evento de futebol do mundo é também uma oportunidade de viagem que não se repete

O Mundial de Futebol de 2026 começou a 11 de junho e vai até 19 de julho. É o maior da história: 48 seleções, 104 jogos, 16 cidades em três países. Portugal passou a fase de grupos no segundo lugar do Grupo K, depois de empatar 1-1 com a RD Congo, golear o Uzbequistão por 5-0 a 23 de junho em Houston, com Cristiano Ronaldo a marcar duas vezes, e empatar 0-0 com a Colômbia a 27 de junho em Miami. A 2 de julho Portugal defronta a Croácia em Toronto nos 16 avos de final.
Mas este artigo não é sobre apostas nem sobre análise de futebol. É sobre o que este Mundial representa como destino de viagem, e porque razão os EUA, o México e o Canadá nunca estiveram tão na moda para os portugueses como agora.
Um Mundial em três países ao mesmo tempo
Pela primeira vez na história, o Campeonato do Mundo é organizado por três países em simultâneo. Os Estados Unidos recebem 11 dos 16 estádios, o México fica com 3 e o Canadá com 2. A final está marcada para 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Iorque, com capacidade para 82.500 pessoas.
Isto cria algo que nunca existiu num Mundial: a possibilidade de combinar futebol com destinos de viagem completamente diferentes numa mesma viagem. Nova Iorque e Miami são separadas por poucas horas de avião. A Cidade do México e Guadalajara ficam no mesmo país. Cancun e a Riviera Maya ficam a um curto voo da Florida. Para quem sempre quis conhecer a América do Norte, este é o ano.
O efeito Mundial nos preços dos destinos
Há uma coisa que os grandes eventos desportivos fazem ao turismo: tornam os destinos mais caros durante o evento e mais visitados nos anos a seguir. Já aconteceu com o Qatar em 2022 e com o Brasil em 2014. O mesmo vai acontecer com os EUA, México e Canadá.
Quem vai durante o Mundial paga muito mais, especialmente em hotéis. Os preços em cidades como Los Angeles e Nova Iorque podem subir 90% durante o período do torneio. Quem vai depois, em setembro ou outubro, aproveita a curiosidade sem o custo. E quem vai agora à Riviera Maya, que fica a um voo curto da Florida onde se jogam vários jogos, consegue combinar praia com o espírito do Mundial a preços normais.
Portugal nos 16 avos: o que está em jogo
Portugal passou a fase de grupos em segundo lugar do Grupo K. A 2 de julho defronta a Croácia em Toronto, num jogo que pode ser muito equilibrado. Se passar, os jogos seguintes serão em diferentes cidades dos EUA, o que significa mais atenção mediática e mais adeptos portugueses a querer ir.
Cristiano Ronaldo, aos 41 anos, marcou dois golos ao Uzbequistão a 23 de junho e tornou-se o maior artilheiro de Portugal em Mundiais, com dez golos no total. Para os portugueses que estão a acompanhar o Mundial, cada jogo que passa aproxima a Seleção de uma fase final que pode ser histórica.
A Riviera Maya como base para sentir o espírito do Mundial
Cancun e a Riviera Maya ficam a menos de duas horas de avião de Miami, onde se jogaram vários jogos de fase de grupos. Para quem quer combinar uma semana de praia caribenha com a atmosfera do Mundial, é uma combinação muito interessante.
Há transmissões dos jogos em todos os bares e restaurantes da zona hoteleira. O ambiente de Copa do Mundo em destinos como Playa del Carmen ou Cancun é completamente diferente do habitual. É uma experiência difícil de replicar.
Temos um pacote para a Riviera Maya com saída de Lisboa a 11 de outubro, desde 1.282 euros por pessoa com voo, hotel 4 estrelas tudo incluído e seguro. Fora do pico do Mundial, com mais tranquilidade e os mesmos destinos incríveis.
O México além do futebol
A Cidade do México e Guadalajara são dois dos palcos do Mundial. Mas o México tem muito mais do que estádios. A Riviera Maya, os cenotes, Chichén Itzá, a gastronomia que é Património Mundial Imaterial da UNESCO, as praias do Pacífico e do Caribe. Um país com um nível de diversidade difícil de encontrar em qualquer outro destino da América Latina.
O Mundial está a pôr o México no mapa mediático de uma forma que vai persistir nos próximos anos. Quem for agora está a chegar cedo a uma tendência que vai crescer.
Os EUA: o destino que o Mundial vai tornar ainda mais procurado
Nova Iorque, Miami, Los Angeles, Dallas, Boston. São cidades que os portugueses já conhecem de nome mas que muitos nunca visitaram. O Mundial 2026 está a mudar isso. As pesquisas por voos e hotéis nos EUA aumentaram de forma expressiva desde o início da competição.
Para quem sempre adiou a viagem aos Estados Unidos, este pode ser o momento certo para começar a planear. Não durante o Mundial, quando tudo está mais caro, mas para o outono de 2026 ou início de 2027, quando o hype ainda existe e os preços já normalizaram.
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Artigo baseado em dados de 29 de junho de 2026. A informação pode estar sujeita a alterações.